| I'd closed my eyes, So let soul take flies, Through the deepest of mind, Should be there own find, Walking alone in the dark. Playing with childrens park, Letting in the skin that mark. Showing to someone sadness, And guessing still always loneliness, Staring thoroughly the pitchy sky. There where life have to die, In front of the quiescence sea. Sipping a taste of nil tea, And finally find itself. A kiss to celebrate myself. A hit to the ever done craziest poems in the world. Wouldn't you catching a word? Life is not to be comprised. So non-sense poems, that's I promised. |
Eu fechei os meus olhos, E deixei a alma voar, Através das profundezas da mente, Deveria lá estar minha própria procura, Andando sozinha no escuro.
Jogando com o parque das crianças,
Deixando na pele aquela marca. Mostrando a alguém a tristeza, E adivinhando continuar sempre em solidão, Contemplando minuciosamente o píceo céu. Lá onde a vida tem que morrer, Diante da quietude do mar. Degustando o gosto do chá-de-nada, E finalmente encontrando a si mesmo. Um beijo para comemorar a mim mesmo. Um golpe pelo mais louco poema já feito no mundo. Não poderia você entender uma palavra? A vida não é pra ser compreendida, Então poemas sem-sentido, é o que prometo. |
